quarta-feira, 15 de maio de 2013

As partes menos úteis do nosso corpo vão desaparecer no futuro?



Ninguém sabe. Podemos viver, sem grandes prejuízos, sem dentes do siso, sem amígdalas, sem vesícula biliar e sem baço. O que, no entanto, define se essas coisas vão desaparecer com o tempo não é o fato de terem uma utilidade maior ou menor, mas, sim, se numa dada população indivíduos sem esses órgãos teriam alguma vantagem sobre os demais e se essa vantagem aumentaria a probabilidade de que eles transmitam os genes alterados para seus descendentes. E isso é completamente imprevisível. Afinal, uma espécie que hoje está bem adaptada a um determinado tipo de ambiente pode não estar no futuro se esse ambiente se modificar. A pressão evolutiva de hoje não é necessariamente aquela de amanhã. Em outras palavras, a evolução é cega.

De gaiato As estruturas do corpo que não nos fariam muita falta hoje. 

1. Dente do siso 


No tempo das cavernas, os terceiros molares até podiam ser úteis na hora de triturar alimentos mais duros, como raízes. Mas perderam sua importância. E hoje um grande número de pessoas nasce sem eles. 


2. Amígdalas 


Servem para combater as bactérias que invadem o organismo através da boca ou do nariz, mas quem as tem retiradas consegue ter uma vida normal. 


3. Baço 


Até que tem suas funções: elimina os glóbulos vermelhos que passaram da validade e estoca os brancos que ajudam no sistema de defesa do organismo. Mas também dá para viver sem ele. 


4. Vesícula 


A principal função da vesícula é servir como um depósito de bile, a substância produzida no fígado que ajuda na digestão das gorduras e na neutralização dos ácidos. Mas sua retirada não tem interferência importante na qualidade de vida da pessoa. 


5. Apêndice 


Até hoje ele não tem função conhecida. Só se sabe que é rico em tecido linfoide (relacionado ao sistema imunológico). Sua ausência não está relacionada a qualquer problema de saúde. 


6. Cóccix 


O que o "osso da cauda" estaria fazendo num ser humano? Hoje, nada. Mas fez parte do rabo de nossos antepassados. 

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